O que muda nas regras para a entrada de brasileiros no Panamá?

A partir de 6 de fevereiro de 2017, o Panamá passou a exigir o certificado internacional de vacinação contra febre amarela para brasileiros que desembarcam no país. A vacina não é obrigatória para quem faz conexão de até 6 horas, desde que não saia do aeroporto. A medida é uma consequência do surto da doença que afeta a região Sudeste, considerado o maior já registrado no Brasil.

Dada a gravidade da situação, é bastante provável que mais países tropicais (onde existe a probabilidade da propagação da doença) passem a exigir o certificado internacional de vacinação para admitir viajantes brasileiros. Até então, ainda que fontes oficiais, como o site da Organização Mundial de Saúde, listassem uma grande quantidade de países que poderiam requerer o documento, nem todos o exigiam de fato no momento da imigração.

Para evitar surpresas em viagens e, principalmente, para se prevenir contra a doença, é recomendável estar imunizado. A boa notícia é que, desde julho de 2016, a vacina passou a ser válida para a vida toda – assim como o certificado internacional de vacinação. Ou seja, cai a regra antiga, segundo a qual era preciso tomar uma nova dose a cada dez anos. A medida vale para todo mundo que já tiver sido vacinado.

É importante lembrar, no entanto, que para que tenha efeito – e para que o certificado tenha validade –, a vacina deve ser tomada no mínimo dez dias antes da viagem. O mais prático é recorrer a um dos postos cadastrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que também podem emitir o documento. Os estabelecimentos estão listados no site da ANVISA. Se você for vacinado em um posto de saúde não cadastrado, basta levar o comprovante em um dos postos da ANVISA para emitir o documento.

Dúvidas? Consulte os agentes de viagens da Acta Turismo! 😉

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *